Quando se ama, não apenas se diz que ama

Não posso dizer que sou um exemplo no que diz respeito a relações afetivas, mas ultimamente tenho percebido casais falando a ‘língua do amor’ (“eu te amo”, “sinto tua falta”, etc.) e, contraditoriamente, seguindo à risca, cada qual, seus interesses individuais — ignorando que, numa vida a dois, abrir mão de suas comodidades não é um ato de caridade, mas um ato que deve ser até corriqueiro.

Quando se ama, não apenas se diz que ama. Quando se ama, se faz concessões pela relação, entendendo que abrir mão a favor da qualidade do vínculo que se cultiva é plantar sementes que tornar-se-ão, cedo ou tarde, frutos saudáveis.

Mestrando em Filosofia (PUCRS). Produzo vídeos de divulgação filosófica no Youtube. Inscreva-se: http://youtube.com/alyssonaugusto

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