Triste. Não, triste não. Lamentável. Digno de pena.

Isso é um pouco do que eu sinto quando me deparo com situações controversas, dessas difíceis de lidar, dessas nas quais uma simples falha na comunicação parece designar o destino de uma relação que se pretendia agradável e proveitosa.

Recentemente fui acusado, rotulado e difamado por não concordar com o ideal de conduta de uma pessoa. É que algumas verdades, de tão absolutas na mente de quem se diz gente, são fortes o suficiente para que passem a nos tratar como obstáculos a eliminar.

E, bem, não sou um obstáculo, alguém a ser tratado como uma barreira impeditiva do sucesso profissional e pessoal de alguém. Longe de afirmar aquele velho clichê sobre eu também ser humano, o que digo é que não me trate com infantilidade.

No mundo real, há leis que apontam calúnia e difamação como crimes a serem judicialmente reparados. Já, na internet, a infantilidade é tamanha a ponto de ignorarmos que neste ambiente também tem gente. Gente política e social, obrigatoriamente responsável, por sinal.

Mas como diria o poeta, “nem tudo são flores”. Afinal, também há os espinhos. E há algumas pessoas que pregam amores, mas o que fazem são burburinhos.

Mestrando em Filosofia (PUCRS). Produzo vídeos de divulgação filosófica no Youtube. Inscreva-se: http://youtube.com/alyssonaugusto

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