No século XIX, o biólogo evolucionista Thomas Henry Huxley cunhou o termo “agnosticismo”, resgatando o ceticismo quanto à perspectiva religiosa.

Desde então, muitas pessoas começaram a tomar o rótulo de agnósticas para si mesmas, mostrando essa terceira via entre ateus e teístas. Ser ateu começou a ser considerado uma posição tão religiosa quanto acreditar em Deus, e como “discutir o sexo dos anjos” foi ficando fora de moda, se posicionar como agnóstico parecia dar a questão como superada.

O agnosticismo é a ideia de que não é possível conhecer, de fato, aquilo que diz respeito à religião — se Deus (ou deuses) existe(m) ou não.

Porém há um problema inerente e conceitual em afirmar que você é agnóstico, mas não ateu nem crente. E é sobre isso que falo no vídeo de hoje.

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Mestrando em Filosofia (PUCRS). Produzo vídeos de divulgação filosófica no Youtube. Inscreva-se: http://youtube.com/alyssonaugusto

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